Publicidade
  • 18 de dezembro de 2018 |
  • 0 comentários

Oposição elege novo Presidente da Câmara de Vereadores em Santa FIlomena do Maranhão

A cidade de Santa Filomena do Maranhão, ficou pequena pra eleição da nova Mesa Diretora para o Biênio 2019/2020. A cidade de Santa Filomena hoje é administrada pelo atual prefeito Idan Torres(PDT), que já amargou sua primeira derrota na cidade no último dia (15), onde não conseguiu a reeleição da atual presidente sua aliada. A oposição de Filomena, mostrou que está mais viva do que nunca pra 2020, conseguindo derrotar o atual prefeito na eleição da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Santa Filomena do Maranhão, tornado o vereador Niterran Soares de Lima, novo presidente para o biênio 2019/2020. Niterran venceu com chapa única, dos nove vereadores, quatro foi de abstenção e cinco compôs a chapa: VONTADE DO POVO clique aqui

Presidente: Niterran Soares de Lima

Vice-presidente: Claudioney Gomes Subrim

1º Secretário: Camila Pereira da Silva

2º Secretário: Wanderson de Oliveira Lima

Tesoureiro: Pedro Henrique N. Costaclique aqui

Segundo informações repassadas ao titular do blog, dão conta que o atual prefeito ainda não conseguiu reconhecer a derrotar e tenta anular na justiça a sessão que teve a vitória de Niterran como novo presidente. Outro lado O Blog do Jota Luiz entrou em contato com o atual prefeito de Santa Filomena do Maranhão Idan(PDT), e com atual presidente mais não foram localizados para se posicionar sobre o assunto. O espaço está aberto para manifestações. clique aqui

Fonte: blog Jota Luiz

 

  • 14 de dezembro de 2018 |
  • 0 comentários

Mais Médicos: maioria das vagas não ocupadas está nos distritos indígenas

Depois da primeira fase de seleção, restaram 106 vagas a serem preenchidas pelo programa Mais Médicos. Dessas, 59% estão em distritos indígenas. Entre os motivos estão a formação médica brasileira e características da profissão no país, acreditam especialistas.

O médico brasileiro Lucas Albertoni atendendo na aldeia Kubenkokre, no Dsei Tapajós, Pará. — Foto: Lucas Albertoni/Arquivo pessoal

Das 106 vagas que não foram ocupadas depois da primeira etapa de seleção de profissionais para o Mais Médicos, 63 estão em Distritos Especiais de Saúde Indígena, os Dseis, o que equivale a 59% do total. Dos 34 distritos de saúde indígenas existentes no país, oito — todos no Norte — ficaram com vagas ociosas depois do término das inscrições na última sexta-feira (7).

Segundo especialistas ouvidos pelo G1, a explicação para esse cenário passa por três aspectos:

  • o isolamento de algumas dessas comunidades, principalmente as da região amazônica;
  • o perfil do estudante de medicina brasileiro;
  • o modo como a carreira médica é feita no Brasil.

Os distritos indígenas da Amazônia, por ficarem em locais de difícil acesso, sofrem ainda mais dificuldades no preenchimento de vagas, afirma Paulo Basta, supervisor dos médicos cubanos do Dsei Tapajós, no oeste do Pará, e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública.

Das 11 vagas que foram ofertadas no edital do Mais Médicos para o Tapajós, apenas cinco foram ocupadas. Em comparação, os distritos indígenas do litoral tiveram todas as vagas preenchidas na primeira etapa de seleção.

“As áreas da Amazônia são remotas, onde as pessoas têm muita dificuldade para chegar. Essa é a primeira dificuldade. E aí, quando você chega, as jornadas de trabalho não são iguais às que você tem nas cidades. São 20, 30 dias direto nos locais de trabalho. Esse é outro problema”, avalia Paulo.

Em nota ao G1, o Ministério da Saúde ressaltou que somente 18,9% das vagas em distritos não foram preenchidas e que o processo de seleção continua. Além disso, afirma que o atendimento a essa população é feita de outras formas:

“O Ministério da Saúde busca o aprimoramento constante das ações em saúde dos povos indígenas. (…) Para viabilizar essa assistência, o Ministério da Saúde utiliza transportes aéreos (aviões e helicópteros), terrestres (caminhonetes, caminhões, vans) e aquáticos (barcos) para a remoção de pacientes em consultas médicas, atendimentos de urgência e emergência e no transporte das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) em áreas específicas de programas desenvolvidos pela pasta.”

Procurada pela reportagem, a Fundação Nacional do Índio (Funai) preferiu não se manifestar.

Atrair médicos para as regiões mais afastadas do país foi um dos problemas que o Mais Médicos buscou resolver, empregando brasileiros e estrangeiros. Criado em 2013, durante o governo Dilma Rousseff, o programa chegou a trazer para o Brasil cerca de 11 mil médicos cubanos, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Quando o país caribenho decidiu deixar o programa, no mês passado, eram 8,3 mil profissionais atuando aqui.

O Mais Médicos oferece bolsas de R$ 11,8 mil — valor superior, por exemplo, à média da remuneração no Norte e Nordeste para os profissionais da Estratégia de Saúde da Família. Nessas regiões, afirma o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o salário fica em torno de R$ 10 mil, mas pode variar bastante. O programa também dá uma ajuda de custo que pode chegar ao valor de três bolsas (mais de R$ 35 mil).

No Brasil, 301 dos 529 médicos nos distritos indígenas eram cubanos— 57%, segundo o Ministério da Saúde. Se contabilizados apenas os que atendiam esses distritos pelo Mais Médicos, oito a cada dez médicos vinham de Cuba. A população atendida nos distritos de saúde indígena é de 818 mil pessoas, segundo a pasta.

O médico Arumis Benitez foi um dos cubanos a ir trabalhar na região amazônica. Ele disse que o trabalho foi muito gratificante: “São pessoas que precisam muito mesmo [de assistência médica]”. Hoje ele vive no município de Parintins, no Amazonas, está casado, tem dois filhos, e luta para conseguir se manter no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças que mais atingiram os indígenas brasileiros em 2017 foram resfriados, pneumonias, doenças diarreicas agudas e parasitoses. Também há ocorrência de enfermidades crônicas, como AVC, hipertensão e diabetes.

Perfil dos médicos

Além do fator distância, Paulo Basta acredita que a não ocupação das vagas dos distritos indígenas reflete a desigualdade social do Brasil.

“Quem é que tem acesso às faculdades de medicina hoje em dia? Geralmente são pessoas de alto nível socioeconômico, que tiveram uma formação privilegiada. Então as vagas das faculdades são ocupadas pela elite brasileira — elite que não tem nenhum interesse em trabalhar com a questão indígena. Muitos estudantes de medicina são filhos de fazendeiros, produtores do agronegócio, garimpeiros — pessoas que têm conflitos declarados com as populações indígenas e têm interesses econômicos sobre esses territórios”, argumenta.

Para Alessandra Korap, líder indígena da etnia Munduruku da região, a saída dos cubanos é uma perda que a população indígena local vai sentir muito.

“Eles tocavam na pessoa, olhavam no ouvido, na garganta, pegavam na barriga. O que vai acontecer agora? Os médicos brasileiros botam muita dificuldade — falam que não comem aquele peixe, que não comem farinha, que não gostam porque tem muito pinhum [tipo de inseto], que não tem internet, que ele não pagou a faculdade tão cara pra chegar nesse nível”, relata Alessandra.

  • 14 de dezembro de 2018 |
  • 0 comentários

Ida de Rubens Júnior para o governo pode abrir vaga para Gastão Vieira na Câmara Federal

É cada vez mais forte o rumor de que o deputado federal reeleito Rubens Júnior (PCdoB) vá assumir uma secretaria no governo Flávio Dino. O blog, inclusive, antecipou a informação no final do mês passado.

A possível ida de Rubens Júnior para o governo estadual pode abrir caminho para que Gastão Vieira (PROS) assuma o mandato na Câmara dos Deputados.

Segundo suplente da chapa que elegeu, além de Rubens, Márcio Jerry (PCdoB), Cléber Verde (PRB), Bira do Pindaré (PSB) e Juscelino Filho (DEM), Gastão pode se valer do fato de Simplício Araújo (SD) – primeiro suplente – continuar como secretário de Indústria de Dino.

Sendo assim, além de torcer para Rubens integrar o secretariado do Executivo Estadual, Gastão ficará na expectativa do futuro de Simplício.

Mas o mais provável é que o ex-presidente do FNDE assuma mesmo como deputado federal no início de 2019.

fonte: www.marrapa.com

  • 13 de dezembro de 2018 |
  • 0 comentários

Santa Filomena do Maranhão: Eleição da Câmara Municipal marcada para dia 15 de Dezembro

Desde o mês de abril deste ano, a maioria dos vereadores da pequena cidade localizada à 380 km da capital maranhense vem travando um embate para realização da eleição da mesa diretora para o Biênio 2019/2020, porém inusitados acontecimentos vinham sendo empecilhos para o desenrolar desta situação.

A chapa encabeçada pelo Vereador Niterran Soares (PDT) possui a aprovação de dois terços dos vereadores ( 6 dos 9) do município, deixando apenas 3 vereadores no grupo do atual prefeito.

O vereador Niterran Soares está no seu terceiro mandato e pela primeira vez disputa a eleição da Câmara, que conta com o voto dos 6 Vereadores.

Diante de todos os acontecimentos e atentos ao que refere o Regimento Interno, o ARTIGO 7 diz:

A ELEIÇÃO PARA A RENOVAÇÃO DA MESA DIRETORA, REALIZAR-SE-À NA PRIMEIRA QUINZENA DO MÊS DEZEMBRO DO ANO EM QUE SE ENCERRA O MANDATO DE SEUS MEMBROS, E QUE A POSSE SERÁ NO DIA 1º DE JANEIRO DO ANO SUBSEQUENTE, EM SESSÃO SOLENE. (Alterado pela resolução 02/2018).

Veja o documento abaixo:

CHAPA VONTADE DO POVO

PRESIDENTE: NITERRAN SOARES DE LIMA (PDT)

VICE PRESIDENTE: CLAUDIONEY GOMES SUBRIM (PDT)

PRIMEIRA SECRETÁRIA: CAMILA PEREIRA DA SILVA (PT)

SEGUNDO SECRETARIO: WANDERSON DE OLIVEIRA LIMA (PSD)

TESOUREIRO: PEDRO HENRIQUE NO’GUEIRA COSTA (PSD)

Momento em que os vereadores fixaram a solicitação no mural da Câmara Municipal

Enfim, depois de meses os mesmos 6 continuam firmes e dispostos a eleger um novo presidente da Câmara Municipal, confirmado pelo documento abaixo :

 

 

  • 19 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

Deputados eleitos e reeleitos confirmam apoio à reeleição de Othelino na AL-MA

Deputados eleitos no Maranhão

 

 

 

 

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto (PCdoB), reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência nesta quinta-feira (18). Todos reafirmaram apoio à reeleição do parlamentar que segue firme nas adesões por sua permanência na Presidência da Casa.

“Agradeço a manifestação de apoio dos deputados eleitos que acreditam e reconhecem o nosso trabalho à frente da Presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. Este momento é de confraternização para que comecemos a interagir com os colegas que estarão conosco nos próximos anos neste novo mandato”, ressaltou Othelino Neto.

Para a deputada Ana do Gás (PCdoB), uma das parlamentares presentes no almoço, Othelino tem feito um grande trabalho na Assembleia Legislativa do Maranhão e precisa dar continuidade a essa importante aliança política com os colegas.

“Nós nos sentimos seguros com Othelino, pois ele sempre defendeu os deputados, tanto de governo, quanto de oposição, sem fazer qualquer distinção. Nada mais justo que reconduzi-lo novamente à presidência da Casa”, afirmou.

O deputado Glalbert Cutrim (PDT) ressaltou o posicionamento do PDT, que terá a maior bancada na Assembleia Legislativa do Maranhão a partir de 2019, e que decidiu, por unanimidade, apoiar a reeleição de Othelino. “Ele é uma pessoa que sempre respeitou a todos na Casa e temos certeza de que ele continuará fazendo um grande trabalho na próxima gestão”, frisou.

Deputada eleita Thaiza Hortegal, Othelino Neto e o prefeito Luciano Genésio

Novato na Assembleia Legislativa, a partir de 2019, o deputado eleito Leonardo Sá (PRTB) disse que o melhor nome para conduzir a Assembleia Legislativa é o de Othelino Neto. Ele disse que tem uma relação pessoal muito forte de amizade com o futuro colega de parlamento, além de já terem feito alianças políticas, como foi em Pinheiro nas eleições municipais passadas. “Já estamos fechados. Ele é meu candidato a presidente da Alema”, reforçou.

Presente também no almoço, o deputado Neto Evangelista (DEM) destacou que Othelino Neto cumpriu, com êxito, uma grande missão quando foi vice-presidente da Assembleia. Como presidente, soube conduzir a Casa com sabedoria e instalou uma harmonia grande entre os poderes constituídos do estado.

“Ele tem condições de continuar tocando a Presidência da Assembleia, da forma como fez nesta sua gestão. É uma grande força política no estado, demonstrou isso nessas eleições, portanto é o meu candidato a presidente”, frisou.

Nos últimos dias, Othelino Neto recebeu apoio dos deputados eleitos Zé Inácio (PT), Helena Duailibe (Solidariedade), Welington do Curso (PSDB), Detinha (PR), Leonardo Sá (PRTB), Pará Figueiredo (PSL), Neto Evangelista (DEM), Mical Damasceno (PTB), César Pires (PV), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN), Cleide Coutinho (PDT), Duarte Jr (PCdoB), Zé Gentil (PRB), Márcio Honaiser (PDT), Dra Thaíza (PP), Adriano Sarney (PV), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Professor Marco Aurélio (PCdoB), Fernando Pessoa (Solidariedade), Andrea Rezende (DEM), Edson Araújo (PSB), Rafael Leitoa (PDT), Ana do Gás (PCdoB), Adelmo Soares (PCdoB), Rigo Teles (PV), Glalbert Cutrim (PDT), Paulo Neto (DEM), Daniella Tema (DEM), Vinícius Louro (PR), Yglésio Moisés (PDT), Hélio Soares (PR), Antônio Pereira (DEM), Ciro Neto (PP), Roberto Costa (MDB), Fábio Macedo (PDT), Rildo Amaral (Solidariedade) e Ricardo Rios (PDT).

Fonte: Blog Luis Pablo

  • 19 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

Tema reivindica em Brasília retirada de despesas de programas federais do cômputo de gastos com pessoal

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão – FAMEM, Cleomar Tema, esteve em Brasília, esta semana, reunido com a secretária de Relações Financeiras Intergovernamentais da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, Priscila Santana, com o coordenador geral do órgão, Renato Andrade e com o subgerente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas –ATRICON, João Lopes Conde.

Foram dois encontros distintos, com a mesma pauta. Tema reivindicou, tanto na STN, como na ATRICON, que na próxima edição do Manual da Contabilidade Pública 2019, elaborada pela STN, que as despesas relativas aos programas do Governo Federal relativas à Saúde, a exemplo da Saúde da Família Agente Comunitário da Saúde, Agente de Combate às Endemias e Núcleo de Apoio à Saúde da Família-NASF, deixem de ser consideradas como despesas próprias de pessoal dos municípios para fins de aferição de limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Esses programas são de natureza temporária e a maioria dos servidores são apenas prestadores de serviços, sem vínculo efetivo. Por isso, deverão ser enquadrados na rubrica orçamentária “Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Física”, afirmou o dirigente da FAMEM.

Tema destacou ainda que antes de se dirigir a Brasília, determinou que fosse protocolado junto ao TCE/MA, consulta no mesmo sentido.

 A solicitação feita pela Federação do Estado do Maranhão, de acordo com Cleomar Tema, já vem sendo seguido pelos Tribunais de Contas dos Estados do Paraná, Mato Grosso, Rondônia e Minas Gerais.

O líder municipalista maranhense afirmou que sua viagem a Brasília foi bastante proveitosa. “Tivemos êxito inicial em nosso pleito, uma vez que a secretária de Relações Financeira e Intergovernamentais da STN, a doutora Priscila Santana, nos garantiu que levará nossa reivindicação à apreciação do colegiado, na reunião que será realizada em novembro, incluindo a participação de representantes da ATRICON”, destacou Tema.

Por sua vez, João Lopes Conde, da ATRICON afirmou que: “É papel de nossa entidade normatizar o entendimento comum dos TCEs. Assim, acreditamos na real possibilidade de atendimento, dentro de pouco tempo do pleito da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão”, assinalou.

“Atravessamos uma crise financeira muito grave. As despesas são imensas e os recursos são parcos e variáveis. Esse pedido vai de encontro aos anseios de todos os prefeitos e acredito, pela forma como fomos recebidos, tanto na Associação dos Tribunais de Contas, como na Secretaria do Tesouro do Ministério da Fazenda, que estamos dando um grande passo para a consolidação do nosso pedido”, finalizou Cleomar Tema.

fonte: Blog do Luis Cardoso

  • 19 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

PF cumpre operação de desvio da Saúde no Maranhão; oito mandados de prisão

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 18, de forma simultânea, duas fases da Operação Sermão aos Peixes – Peixe de Tobias (6ª Fase) e a Abscondito II (7ª Fase).

Estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, oito de prisão temporária e um de prisão preventiva, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal Federal do Maranhão. A Justiça determinou o bloqueio judicial e sequestro de bens num valor que supera os R$ 15 milhões.

As diligências estão sendo realizadas em seis cidades: São Luís, Imperatriz/MA, Parauapebas/PA, Palmas, Brasília e Goiânia.

A investigação contou com a participação do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita.

As investigações da Peixe de Tobias identificaram que, entre 2011 e 2013, aproximadamente de R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual teriam sido desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz/MA, tendo ocorrido o pagamento de valores mensais a blogueiros. A PF apura as circunstâncias do repasse.

A Abscondito II apura o vazamento da primeira fase da Sermão aos Peixes. O esquema investigado teria cooptado servidores públicos para obter informações privilegiadas sobre a investigação. A PF aponta indicativos de destruição e ocultação de provas.

Além disso, violando medidas cautelares impostas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, um dos investigados teria dilapidado seu patrimônio e transferido seus bens para terceiros visando impedir que fosse decretada a perda.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, dentre outros que possam ainda ser apurados.

Após os procedimentos legais, os presos serão encaminhados ao sistema penitenciário estadual, onde permanecerão à disposição da justiça federal.

Os nomes escolhidos para estas fases são uma referência a trechos do Sermão do Padre Antônio Vieira (1654), que ficou conhecido como o “Sermão aos Peixes”, no qual o Padre utiliza vários peixes como símbolos dos vícios e corrupção da sociedade. O fel do Peixe de Tobias, apesar de amargo, teria a capacidade de curar a cegueira dos ouvintes.

No contexto da investigação, o Peixe de Tobias busca revelar (trazer luz sobre) parte da trama delitiva que envolveu o desvio de recursos públicos.

Já o nome Abscondito II, continuidade da Operação Abscondito, deflagrada em outubro de 2016, remonta a um trecho do Sermão segundo o qual alguns peixes, quanto maiores, mais se escondem. Trata-se de uma referência aos atos de ocultação de provas e de patrimônio a partir da tentativa de dissimulação e ocultação dos bens adquiridos com valores desviados do sistema de saúde estadual.

Fonte: Blog Luis Cardoso

  • 19 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

Filho de Bolsonaro afirma que teve número banido pelo WhatsApp

Eleito para o Senado pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PSL) publicou nesta sexta-feira (19) uma imagem no Twitter e afirmou que teve o número banido pelo WhatsApp.

“A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”, escreveu.

A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação!

A publicação do filho de Bolsonaro acontece um dia depois de reportagem da Folha de S. Paulo afirmar que empresários compraram pacotes de disparos em massa mensagens contra o PT na ferramenta.

Em entrevista para a BBC nesta sexta-feira, o WhatsApp disse que seria impossível fazer novas ações antes do segundo turno das eleições. Em junho deste ano, o sistema de envio de mensagens encaminhadas foi reduzido no Brasil para no máximo 20 contatos. De acordo com a matéria, a empresa disse que uma mudança levaria meses e dependeria de muitos testes.

Fonte: UOL

  • 14 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

WhatsApp pode enviar aquela mensagem que você “apagou para todos”

Poucos recursos foram tão comemorados quanto o “apagar para todos” do WhatsApp. Mas, segundo o site especializado WA Beta Info, que antecipa recursos em teste no mensageiro, uma atualização vai mudar um pouco as coisas e você corre o risco de a pessoa receber a mensagem que você já apagou.

Vai ser assim: você envia uma mensagem, se arrepende e clica em “apagar para todos”. Se algum dos destinatários estiver desconectado, ou seja, com o celular desligado ou fora de área, ele pode receber a mensagem mesmo assim.

O prazo para que ele fique online e receba a solicitação de revogação da mensagem passa a ser de 13h, 8m e 16s.
O prazo para que ele fique online e receba a solicitação de revogação da mensagem passa a ser de 13h, 8m e 16s.
Fonte: UOL

  • 14 de outubro de 2018 |
  • 0 comentários

Evangélicos podem ser decisivos na eleição presidencial

A migração da maioria do eleitorado evangélico para o candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro (PSL), desafia o adversário, Fernando Haddad (PT), a buscar fatos que o ajude a dividir os votos com influência religiosa. A disputa pelos fieis de diferentes denominações cristãs tornou-se um dos pontos de atenção da campanha petista. Transformou-se, também, em um foco de atritos com antigos aliados e com o rival na corrida presidencial.

Pelo peso desse segmento na população, compreende-se a preocupação dos petistas. Pesquisa Datafolha divulgada nessa quarta-feira (10/10) identificou 31% da população brasileira como seguidora de alguma igreja evangélica. Nesse universo, segundo o mesmo levantamento, Bolsonaro tem 60% das preferências dos eleitores. Haddad conta com 25%.

Supondo-se que a presença nas urnas reflita a mesma proporção, pode-se dizer que, dos 117 milhões dos eleitores no primeiro turno, mais de 36 milhões eram evangélicos. Desse total, então, cerca de 21,7 milhões votarão no candidato do PSL. O petista terá pouco mais de 9 milhões. A diferença superior a 12 milhões em favor de Bolsonaro entre os fiéis desse setor pode ser decisiva para a derrota de Haddad.

Para dimensionar essa fração no cenário da corrida presidencial, deve-se levar em conta que, em 2014, Dilma Rousseff teve cerca de 3,5 milhões de votos a mais do que o tucano Aécio Neves.

Até a última eleição, alguns dos mais influentes líderes de igreja votaram nos candidatos do PT ao Planalto. Em 2018, pastores com milhões de seguidores transferiram o apoio para o presidenciável do PSL. Essa situação provocou uma investida mais agressiva do concorrente petista contra um antigo aliado.

Em entrevista coletiva concedida em São Paulo no último sábado (12/10,) depois de participar de uma missa, Haddad atacou a aliança do adversário com o líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). “Bolsonaro é o casamento do neoliberalismo desalmado, representado pelo Paulo Guedes, que corta diretos trabalhistas e sociais, com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo”, declarou o presidenciável do PT, referindo-se ao bispo fundador e maior referência da Universal.

Nas eleições de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff para o Palácio do Planalto, Edir Macedo foi um apoiador efetivo e prestigiado. Em 2014, durante a campanha de reeleição, a petista participou da inauguração do Templo de Salomão, sede da Universal em São Paulo.

Agora, Macedo tornou-se um desafeto dos petistas. “Com sua fala criminosa, o ex-prefeito de São Paulo desrespeita não apenas os mais de 7 milhões de adeptos da Universal apenas no Brasil, mas todos os brasileiros católicos e evangélicos que não querem a volta ao poder de um partido político que tem como projeto a destruição dos valores cristãos”, disse a Universal em nota.

Bolsonaro também atacou os rivais. “O PT agora tenta jogar católicos e evangélicos uns contra os outros. Essa divisão ofende várias famílias que, assim como a minha, são formadas por diferentes vertentes. Não conseguirão! Estamos todos unidos contra a inversão de valores que impera há anos e que destrói nosso país!”, afirmou o presidenciável em mensagem divulgada pelo Twitter.

Os temas religiosos estão presentes em toda a campanha, mas as discussões ganharam maior visibilidade depois da votação do primeiro turno. Na entrevista concedida ao Jornal Nacional, da TV Globo, na noite da segunda-feira (08/10), Bolsonaro destacou alguns setores responsáveis pelos quase 50 milhões de votos obtidos no primeiro turno da eleição. “Meu muito obrigado às lideranças evangélicas…”, agradeceu o deputado, em tom de campanha, logo após citar um trecho bíblico.

A adesão majoritária do eleitorado com esse perfil ajuda a entender o desempenho do presidenciável do PSL nas eleições de 2018. Nas disputas anteriores pelo Palácio do Planalto, além de Edir Macedo, alguns dos principais líderes de igrejas aliavam-se aos candidatos do PT.

Na última campanha, a Dilma Rousseff também recebeu o suporte do pastor Manoel Ferreira, da Assembleia de Deus ramo Madureira, do bispo Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra, e do senador Magno Malta (PR-ES), da Igreja Batista, que em 2018 fracassou na tentativa de conquistar mais um mandato parlamentar.

Rodovalho e Magno Malta migraram para o Bolsonaro. Outro expoente do mundo evangélico, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia trabalhou pelos tucanos José Serra, em 2010, e Aécio neves, em 2014. Agora, prega em favor do o capitão reformado.

Mais cauteloso na política em eleições anteriores, o apóstolo Valdomiro Santiago da Igreja Mundial do Poder de Deus, reforçou o campo de seguidores do candidato do PSL. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o líder religioso dirigiu-se aos nordestinos para pedir votos para o vendedor.

“Eu não estou satisfeito com o Brasil do jeito que está e você? Bolsonaro é o novo”, disse. “Perdemos na saúde, na segurança e na educação. Isso sem contar a liberdade religiosa que está ameaçada”, afirmou Santiago, referindo-se aos governos petistas.

Boa parte dos brasileiros com intenção de escolher o presidenciável do PSL fez parte dos cerca de 20% que, em 2014, votaram em Marina Silva, na ocasião filiada ao PSB. Na disputa atual, pela Rede, ela perdeu força entre os fieis, mais propensos em apoiar o capitão reformado.

Para tentar conter a debandada de eleitores deste setor, Haddad exibiu na terça-feira (9) um vídeo com depoimentos a seu favor dados por três pastores, duas pastoras e um membro de igrejas. Eles repelem o discurso de ódio nas campanhas e pedem respeito a minorias, como negros e indígenas.

Para se ter uma ideia da importância dos evangélicos na votação do deputado do PSL, vale uma comparação para a correlação de força dos dois presidenciáveis entre os católicos. Segundo o Datafolha, 46% dos seguidores do Vaticano pretendem votar no presidenciável do PSL, enquanto 40% vão optar por Haddad.

O candidato petista trabalha para reduzir essa diferença. Nessa quinta-feira (11), ele visitou a sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para discutir uma pauta de interesse comum. O presidenciável pediu apoio no combate a fake news e o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, posicionou-se contrariamente à legalização do aborto e defendeu o combate à corrupção. Ambos demonstraram preocupação com a violência no Brasil.

Temas como liberação do aborto, união homoafetiva e legalização das drogas fazem parte da lista de projetos que unem os evangélicos contra Haddad. Em 2014, a então candidata pelo PSB, Marina Silva, perdeu apoio de líderes religiosos porque evitou posicionar-se contra essas propostas. Na ocasião, por exemplo, o deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) rompeu com a ex-ministra do Meio Ambiente por entender que ela encamparia algumas dessas bandeiras.

Caso seja eleito, Bolsonaro contará com a simpatia da bancada evangélica. Incluindo-se os simpatizantes, o grupo chega a 150 parlamentares. Embora menos da metade tenha sido reeleita, esse número pode chegar a 180 com a onda conservadora que renovou a maioria dos congressistas.

A influência dos evangélicos no país chama atenção de estudiosos também no exterior. Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo na segunda-feira (8), o historiador italiano Loris Zanatta aponta que, em toda a América Latina, tema de suas pesquisas, o Brasil é o único país em que esse setor tem tanta importância na política. Hoje, Bolsonaro é o principal beneficiário desse fenômeno.

Fonte: Metrópoles