• 3 de março de 2020 |
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Aluna de Medicina é a voz que o Ceuma quer calar

As repercussões causadas pelo vídeo divulgado pela aluna de Medicina da Universidade Ceuma refletem grande parte da situação vivida pelos alunos que tem o sonho de serem médicos.

A Universidade Ceuma tenta a todo custo abafar o caso e diminuir a expansão das publicações feitas por alunos que pagam altas mensalidades e estão em salas superlotadas, em ambulatórios com inúmeros alunos para atender poucos pacientes, ocorrendo verdadeiras “disputas” para quem terá a sorte de fazer um procedimento ou realizar a consulta de um paciente.

A verdade é que as redes sociais da Universidade Ceuma foram bombardeadas pelos comentários negativos dos alunos, expondo a real situação; mas em uma tentativa de evitar a imagem negativa da Universidade e seus diversos cursos, a opção de comentários foi desativada das redes sociais.

Fica a pergunta: a verdade dói? A verdade poderá destruir a imagem de uma Universidade com 30 anos de fundação?

O curso de Medicina obtinha inúmeros professores qualificados que foram demitidos no período de férias sem a explicação devida aos alunos e mesmo com o início das aulas e estágios de 2020, ainda há uma deficiência nas atividades letivas.

A aluna Jessica Portilho falou o que tem preso na garganta de muitos alunos que não se manifestam por medo de retaliação e intimidação.

Porém em nota, a Universidade falou, falou e não explicou o porquê das varias denúncias, os processos judiciais e as condições inaceitáveis que perduram no curso de Medicina.

É importante reiterar que mesmo diante de tanto descaso, os egressos do curso de Medicina do Ceuma tem um alto nível de aprovação nas Residências Médicas e por isso não podem aceitar mudanças radicais para equiparação de método de ensino de uma universidade Brasiliense que ainda não formou nenhuma turma.

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